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Saberes e práticas de inclusão: Altas habilidades/Superdotação

Publicado em 30 de Novembro de 2021


A educação e os cuidados na infância são reconhecidamente fatores fundamentais do desenvolvimento global da criança. É preciso respeitar e pensar esse indivíduo em formação em suas especificidades. A educação democrática e inclusiva precisa levar em consideração a diversidade, respeitar as diferenças individuais e oferecer experiências de aprendizagem conforme as habilidades, interesses e potencialidades dos alunos.

Alunos com altas habilidades / superdotação podem ser considerados, segundo as Diretrizes Nacionais para Educação Especial (Ministério da Educação, 2001), crianças que apresentam notável desempenho e elevada potencialidade em qualquer dos aspectos, isolados ou combinados: capacidade intelectual geral, aptidão acadêmica específica, pensamento criador ou produtivo, capacidade de liderança, talento especial para as artes e capacidade psicomotora. 

Para Gardner (1995), a superdotação é relacionada à manifestação de várias inteligências do indivíduo, que apresenta uma capacidade grande de resolver problemas e elaborar produtos. São integrantes das múltiplas inteligências de Gardner: inteligência linguística, inteligência lógico-matemática, inteligência espacial, inteligência musical, inteligência sinestésica, inteligência interpessoal, inteligência intrapessoal, inteligência naturalista, inteligência existencial ou espiritualista.

No espaço escolar, o aluno superdotado precisa de um ambiente adequado, estimulador e rico em experiências, para desenvolver seu potencial. Aprofundar, enriquecer e suplementar os conteúdos, oferecer oportunidades em que possa desenvolver sua aptidão acadêmica específica, dar espaço para que o pensamento criativo se desenvolva cada dia mais são alguns dos caminhos a serem traçados.

O Colégio Imperatriz Dona Leopoldina atende alunos com altas habilidades/superdotação na Sala de Recursos Multifuncionais. Nesse espaço, as práticas pedagógicas visam a estimular, enriquecer e oferecer experiências para que o aluno prossiga desenvolvendo seu potencial. Desenvolve-se um plano de trabalho individual, no qual constam todas as estratégias que serão utilizadas no trabalho, bem como uma avaliação descritiva, que é realizada no fim de um período (semestral).  Procura-se promover áreas como raciocínio lógico, interpretação, oralidade, escrita, memória e funções executivas, além das áreas de interesse dos alunos.

REFERÊNCIAS

BRASIL (1995). Diretrizes gerais para o atendimento educacional aos alunos portadores de altas habilidades/superdotação e talentos. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Especial.

GARDNER, H. (1995). Inteligências múltiplas. A teoria na prática. Porto Alegre: Artes Médicas.

RENZULLI, J.S. Os fatores da excepcionalidade. In: Anais do XIV Congresso Mundial de Superdotação e Talento. Espanha: Barcelona, 2001. Disponível em:

http:portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/superdotacao.pdf  (Acesso em novembro de 2021)

 


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