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Dois projetos do Colégio Imperatriz são reconhecidos pelo Prêmio Práticas Inovadoras em Educação

Próximo ao encerramento do ano em que completou cinco décadas dedicadas ao ensino, o Colégio Imperatriz tem mais um motivo para comemorar. Na última sexta, 22, a instituição foi contemplada com dois troféus durante a entrega do Prêmio Práticas Inovadoras em Educação, promovido pelo Sinepe/PR (Sindicato das Escolas Particulares do Paraná), entidade de classe que representa a rede privada de ensino paranaense, desde a Educação Infantil até o Ensino Superior.

Entre os 70 trabalhos inscritos na premiação, o Colégio recebeu o primeiro lugar na categoria Ensino Médio, com o projeto Dono de Área, e ficou com a segunda colocação na categoria Educação Profissional, com o projeto Ensino híbrido: um aliado da prática no curso técnico em Agropecuária do Colégio Imperatriz.

Esta não é a primeira vez que as boas práticas de ensino do Colégio são prestigiadas pelo Sinepe. Em 2017, o Imperatriz conquistou o terceiro lugar da premiação na categoria Educação Profissional, com o projeto de Avaliação Integrada. Já ano passado o primeiro lugar veio na categoria Ensino Fundamental, com o projeto Chefinho Saudável.

Para a diretora educacional do Imperatriz, Josiane Richter, o reconhecimento por parte da entidade de classe reafirma o compromisso da instituição de ensino com seus processos educacionais, buscando ter excelência em sua área de atuação. “Embora geograficamente estejamos afastados dos grandes centros, percebo que hoje somos reconhecidos no estado como uma referência educacional. Isso vale mais do que a premiação em si”, analisa.

Sobre os projetos premiados em 2019

Assim como acontece em todos os setores da Cooperativa Agrária, o programa Dono de Área estende-se às suas coligadas, como é o caso do Colégio Imperatriz. Seu objetivo é fazer com que os colaboradores sintam-se responsáveis pelos locais de trabalho, zelando por equipamentos, materiais e processos.

No Imperatriz, estas atividades também envolvem os alunos. Diferente das demais áreas da Agrária, onde apenas um colaborador é designado para verificar a manutenção de cada espaço, no ambiente escolar todos os estudantes se responsabilizam pela organização das salas de aula. “Acabou virando uma rotina para eles e recebemos feedbacks positivos de muitas famílias que constataram este comprometimento em casa”, explica Josiane Richter, destacando que toda comunicação do programa dentro do Colégio é realizada de forma bilíngue.

Os alunos do Ensino Médio, além de participarem do processo de manutenção dos espaços, também foram inseridos nas equipes que realizam as auditorias internas do Programa Dono de Área. “Percebemos que esta seria uma oportunidade de fazer com que eles tivessem outro olhar, observando se cada uma das áreas do Colégio está cumprindo seu papel dentro do programa”, esclarece a diretora educacional.

Já o projeto Ensino híbrido: um aliado da prática no curso técnico em Agropecuária do Colégio Imperatriz foi estruturado para atender uma demanda do próprio curso: a defasagem de alunos. “Vimos que muitos estudantes que cursavam o ensino técnico de forma concomitante abandonavam o curso ao concluir o ensino médio”, relata a professora Deise Maria Feltrin, coordenadora do Ensino Técnico da instituição.

Assim, desde 2016 as novas turmas que ingressaram no Técnico em Agropecuária passaram a concluir o curso em três anos, e não quatro como anteriormente. A alternativa encontrada para cumprir a carga horária e os conteúdos planejados foi recorrer à tecnologia. Hoje, 20% das atividades são realizadas de forma online, caracterizando-o como ensino híbrido.

Para que a ação seja efetiva, os professores selecionam os conteúdos que pretendem abordar no meio digital e solicitam que os alunos realizem determinadas atividades. Aos estudantes cabe apresentar por meio da plataforma online evidências do cumprimento destas tarefas como relatórios, fotos e vídeos.

Duas atividades que estão sendo realizadas com êxito neste sistema são a proteção de nascentes e a construção de hortas comunitárias. “Ao invés de termos uma turma com cerca de 30 alunos realizando estas ações, temos alunos e grupos de alunos trabalhando em vários lugares. Assim, vemos os alunos consolidarem o conhecimento adquirido na escola dentro de suas comunidades”, afirma a professora.

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